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Geoturismo, Geodiversidade e Geoconservação

A geodiversidade vem recebendo uma crescente valorização e por isso mesmo, esforços de conservação. O geoturismo constitui uma alternativa com viabilidade econômica e opção de desenvolvimento sustentável desses locais privilegiados.
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A geodiversidade vem recebendo uma crescente valorização e por isso mesmo, esforços de conservação. O geoturismo constitui uma alternativa com viabilidade econômica e opção de desenvolvimento sustentável desses locais privilegiados. Diferentemente do turismo predatório, ainda comum no território nacional, o geoturismo procura aproveitar e conservar os recursos naturais, com participação da população local, ao atrair pessoas interessadas nas belezas naturais, história, cultura e gastronomia de uma região.

Geoturismo, geodiversidade e geoconservação: abordagens geográficas e geológicas trata dos principais atributos dessa forma de turismo, destacando a importância do patrimônio geológico, a cartografia da geodiversidade, o papel do solo, os fósseis e avançando na implementação dos conceitos em geoparks, visitação em trilhas e o papel das comunidades locais. Ricamente ilustrado, o livro atende a estudantes, pesquisadores e profissionais de áreas como Geografia, Geologia, Turismo, Biologia, Ecologia e Hotelaria, entre outras.

Especificação

SumárioSumário
DegustaçãoDegustação
OrganizadorAntonio José Teixeira Guerra, Maria do Carmo Oliveira Jorge
Páginas244
Sub-Títuloabordagens geográficas e geológicas
ISBN978-85-7975-300-8
eISBN978-85-7975-303-9
Formato16 x 23 cm
Edição1

Especificação de Capítulos

Capítulo 01A obra inicia com o capítulo escrito por Kátia Leite Mansur, intitulado Patrimônio geológico, geoturismo e geoconservação: uma abordagem da geodiversidade pela vertente geológica. A autora chama a atenção para como a geodiversidade envolve a variedade de ambientes geológicos e processos ativos geradores de paisagens, rochas, minerais, fósseis, solos e outros depósitos superficiais, que constituem a base para a vida na Terra.
Capítulo 02O Cap. 2, de Maria do Carmo Oliveira Jorge, intitula-se O papel das comunidades locais, sua importância e os novos desafios acerca da sustentabilidade ambiental. A autora destaca que, entre os novos conceitos emergentes, um fator que vem a somar é a participação da comunidade local na conservação do patrimônio, e não a sua exclusão, pois trata-se de indivíduos que vivem, convivem e conhecem os mecanismos e a fragilidade do ambiente natural.
Capítulo 03O Cap. 3, escrito por Jasmine Cardozo Moreira e Tatiane Ferrari do Vale, tem como título Geoparks: educação, conservação e sustentabilidade. As autoras afirmam que o geopark é uma espécie de selo de qualidade concedido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) aos territórios cuja premissa seja o desenvolvimento territorial por meio da geoconservação.
Capítulo 04O Cap. 4, O papel dos solos sob a ótica do geoturismo, da geodiversidade e da geoconservação, foi escrito por Antonio José Teixeira Guerra. O autor chama a atenção para como os solos podem ser utilizados, em projetos de geoturismo, como instrumento pedagógico, por meio da chamada geoeducação, não só nas universidades, mas também em escolas de ensino fundamental e médio.
Capítulo 05O Cap. 5, de Silvio Carlos Rodrigues e Lilian Carla Moreira Bento, intitula-se Cartografia da Geodiversidade: teorias e métodos. Os autores destacam que a Cartografia da Geodiversidade compreende uma gama variada de métodos, que são aprofundados ao longo do capítulo e vêm passando por um processo de melhoria e adaptações, segundo as peculiaridades de cada estudo.
Capítulo 06O Cap. 6, Fósseis: importância econômica e social do patrimônio paleontológico, escrito por Ismar de Souza Carvalho, destaca que os fósseis têm um potencial que transcende sua relevância científica para o entendimento da história geológica da vida. Embutidos em seu crescente interesse popular, os fósseis possuem um capital social e econômico capaz de fazer deles elementos transformadores da economia e da realidade social das comunidades em que são encontrados.
Capítulo 07O último capítulo do livro, escrito por Nadja Maria Castilho da Costa e Flávia Lopes Oliveira, chama-se Trilhas: “caminhos” para o geoturismo, a geodiversidade e a geoconservação. As autoras mostram que, historicamente, as trilhas e os caminhos resultam de ações exploratórias, especialmente em ambientes florestais, como é o caso do litoral brasileiro, na medida em que o homem precisava (e ainda precisa) ocupar novos espaços com diferentes atividades.