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Construir como projeto - Impresso

O tema deste livro é a materialidade arquitetônica. Para o autor, “O problema maior que o aluno enfrenta é, e tem sido sempre, como unir o que se lhe dá por separado, como integrar os conhecimentos setoriais em uma proposta arquitetônica e construtiva reciprocamente coerente. Ao definir ao “projetual” como veículo pedagógico do curso, o ateliê estimou que o compromisso genuíno do aluno com o seu projeto é a via mais segura para acessar ao verdadeiro conhecimento construtivo, aquele que fica indelevelmente gravado em sua formação”.
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Construir como projeto - Impresso

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O tema deste livro é a materialidade arquitetônica. Para o autor, “O problema maior que o aluno enfrenta é, e tem sido sempre, como unir o que se lhe dá por separado, como integrar os conhecimentos setoriais em uma proposta arquitetônica e construtiva reciprocamente coerente. Ao definir ao “projetual” como veículo pedagógico do curso, o ateliê estimou que o compromisso genuíno do aluno com o seu projeto é a via mais segura para acessar ao verdadeiro conhecimento construtivo, aquele que fica indelevelmente gravado em sua formação”.

Entretanto, o tema é controverso. Tradicionalmente o projeto de arquitetura tem como objetivo representar a construção concreta do edifício, ou seja, a organização de espaços com que se da resposta a um programa. Assim, a construção espacial de um edifício deve incorporar como condição de possibilidade sua construção material. Por tanto, as dimensões construtivas da arquitetura não podem ser independentes porque suas lógicas estão em interação constante. Mas a prioridade do discurso sobre o projeto determinou que a arquitetura acabasse sendo exemplificação de uma teoria que provocou uma mudança do perfil do arquiteto como construtor de projetos. Este fenômeno teve (e segue tendo) uma incidência decisiva na profissão e na aprendizagem, fazendo que a arquitetura não seja mais entendida como a representação da construção. O que significa um retrocesso com relação ao critério de que a construção -material e formal – avalizou a qualidade da arquitetura durante toda a história. Um fato que propiciou o abandono da dimensão construtiva da arquitetura.

A relevância que adquire a construção material na arquitetura é provavelmente a causa de que em ocasiões se questione a relação visual entre os elementos constitutivos da obra, ou seja, sobre sua construção formal, objetivo essencial de projeto. Essa opinião favorece a consciência de que a construção, na arquitetura, fique reduzida à técnica que garante a consistência material dos edifícios.

Lembremo-nos da estereometria pura dos volumes e na bidimensionalidade nítida dos planos, nas quinas transparentes de Gropius y nas fachadas livres e os “brises” de Le Corbusier para ilustrar e ajudar a compreender a apropriação de uma tecnologia por parte dos mestres do Movimento Moderno. Que assume o duplo significado, por exemplo, do termo estrutural: o arquitetônico construtivo como elemento portante do edifício e do estrutura no sentido mais amplo.

Ressaltamos a importância do tema fazendo nossa a seguinte opinião:

“... há que recuperar para o projeto tanto o sentido comum como o sentido da forma, com a convicção de que não há projeto sem matéria e, sobretudo, com assunção da evidencia de que projetar é construir...”

Especificação

AutorJorge Raul Garcia
Páginas216
Sub-Títulouma introdução à materialidade arquitetônica
ISBN978-85-99897-14-0
Publicação2013
Formato23 x 17 cm
EncadernaçãoBrochura
Edição1