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19 Lições de Pedologia

Um livro-texto introdutório à ciência do Solo, especialmente desenvolvido para as condições brasileiras. Iniciando desde as rochas e minérios que dão origem aos solos, passa pelos processos de intemperismo, aborda sua biologia, física e química, fundamenta e apresenta o Sistema Brasileiro de Classificação dos Solos. Preenche uma lacuna nos cursos de graduação em Agronomia, Florestas, Ecologia, Zootecnia, Geografia e Biologia entre outros.
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Com intuito de estudar a Ciência do Solo, o livro aborda desde rochas e minerais que dão origem aos solos, passa pelos processos de intemperismo, fundamenta e apresenta o Sistema Brasileiro de Classificação dos Solos.

Didática, a obra é organizada em 19 lições e conta com exercícios resolvidos a cada capítulo. Explica as funções que estão refletidas nos atributos mineralógicos, biológicos, físicos e químicos – principalmente as relacionadas com o crescimento das plantas. O autor ensina ainda como examinar a aparência dos solos e a analisar e interpretar seus atributos.

O livro esclarece que existem solos distintos, com as três dimensões que estão em contato constante com o ar da atmosfera, as rochas da litosfera, os organismos da biosfera e as águas da hidrosfera. 19 Lições de Pedologia ajuda a desvendar e conhecer melhor essas partes que constituem o solo, com uma linguagem simples, calcada em modernos dados técnico-científicos.

Escrito a partir da necessidade do autor de compartilhar seus anos de aprendizado, o livro traz o conteúdo necessário para se compreender a formação dos solos, e fazer com que as pessoas, em posse desse conhecimento, possam usá-lo a favor da proteção da natureza.

Indicado a geólogos, estudantes de Agronomia, Geografia, Ecologia, Zootecnia, Biologia, entre outros.

Especificação

AutorIgo F. Lepsch
SumárioSumário
DegustaçãoDegustação
Páginas456
ISBN978-85-7975-029-8
eISBN978-85-7975-210-0
Publicação2011
Formato21 x 28 cm
EncadernaçãoBrochura
Edição1

Especificação de Capítulos

Capítulo 01LIÇÃO 1: HISTÓRICO E FUNDAMENTOS DA CIÊNCIA DOS SOLO
- Como e quando a Pedologia surgiu como um novo ramo das ciências naturais?
O Homem, desde a mais remota antiguidade, se preocupava em conhecer o solo, como documentado na literatura de antigos povos como os mesopotâmicos, chineses, incas, astecas, gregos, romanos, árabes e alquimistas e europeus da Idade Média. Contudo, foi somente em 1877 que o naturalista russo Vasily V. Dokuchaev definiu o solo como um corpo natural que poderia ser estudado tal como as plantas e animais. Criou-se, assim, um novo ramo da ciência: a Pedologia. Neste capítulo, esse percurso histórico foi traçado por meio dos seguintes itens: 1.1- Os primeiros conhecimentos sobre o solo; 1.2- As primeiras civilizações: mesopotâmicos, egípcios, chineses, astecas e incas; 1.3-Gregos e romanos; 1.4- Os árabes e a idade média européia; 1.5- Os alquimistas e a busca pelo “ espírito da vegetação”; 1.6- A escola de Liebig e a “lei do mínimo”; 1.7- A escola russa; 1.8- Os primeiros congressos internacionais de Ciência do Solo; 1.9-Subdivisões do estudo do solo; 1.10- Conceito de solo; 1.11- Funções ecológicas. Este Capítulo apresenta ainda dez questões (com gabarito), além de muitas ilustrações, a maior parte delas em cores.
Capítulo 02LIÇÃO 2 : ROCHAS E SEUS MINERAIS
- De que modo e de que materiais a maior parte dos solos se forma?
A maior parte dos solos se forma através da decomposição (ou intemperismo) de rochas ou de sedimentos delas originados. Por isso os estudantes de pedologia precisam ter uma boa noção sobre quais são os diferentes tipos de rocha, bem como sobre os diversos minerais que as compõem. Neste capítulo, damos explicações detalhadas sobre como se formam os cristais dos minerais e como eles se agregam, formando as rochas. É dentro da estrutura cristalina desses minerais que está a maior parte dos elementos químicos que – depois que as rochas se decompõem - são liberados para nutrir as plantas. Neste capítulo estes fenômenos são muito bem explicados e exemplificados; tudo em linguagem bem acessível. Os itens que o compõem são: 2.1- Diferenças entre solo, regolito e saprólito; 2.2- Diferenças entre um elemento químico, um mineral e uma rocha; 2.3- Como se formam os minerais; 2.4- O que são substituições isomórficas?; 2.5- Quais os elementos mais comuns nos minerais?; 2.6- Propriedades físicas dos minerais; 2.7- Quais os principais tipos de rochas?; 2.8- Examinando melhor os três tipos de rochas; 2.9- Composição química dos minerais. O Capítulo apresenta ainda oito questões (com gabarito), e muitas ilustrações, a maior parte delas em cores.
Capítulo 03LIÇÃO 3 : INTEMPERISMO DOS MINERAIS DAS ROCHAS E FORMAÇÃO DOS MINERAIS DAS ARGILAS
- Como os minerais que constituem as rochas se intemperizam, formam as argilas dos solos e liberam os elementos nutritivos das plantas?
Todos os seres vivos necessitam se nutrir de determinados elementos os quais se originam dos minerais das rochas. Mas, eles só podem ser aproveitados depois de liberados do interior dos cristais dos minerais e armazenados ao redor das argilas. Tanto a liberação como o armazenamento só são possíveis por meio da ação das intempéries da atmosfera, que são responsáveis pela fragmentação das rochas, pela dissolução dos seus minerais e pela sintetização de outros minerais. Este Capítulo explica, como certos fenômenos físicos e químicos alteram as rochas e transformam muitos de seus minerais em formam importantes novos produtos: as argilas. Os itens que o compõem são: 3.1- Intemperismo físico e químico; 3.2- Como age o intemperismo físico?; 3.3- Como age o intemperismo químico?; 3.4- Por que algumas rochas se intemperizam mais rápida e profundamente que outras?; 3.5- Os produtos do intemperismo. Apresenta, ainda, sete questões (com gabarito), e muitas ilustrações, a maior parte delas em cores.
Capítulo 04LIÇÃO 4: OS SÓLIDOS ATIVOS DO SOLO
- A dinâmica dos solos depende muito da qualidade e quantidade de seus sólidos; que sólidos são esses?
Eles são as minúsculas partículas das argilas e do húmus que estão no estado coloidal. Muitas das propriedades do solo, tal como a capacidade de retenção de água e de nutrientes para as plantas, são condicionadas por essas pequeníssimas partículas coloidais. Nesse Capítulo explicamos, sempre em linguagem simples, quais são os diferentes tipos de argilas e como suas estruturas atômicas são constituídas; idem para o húmus. Os itens são: 4.1- O que são as argilas; 4.2- Classificação das argilas; 4.3- De onde vem a carga das argilas; 4.4- O que é e como se forma o húmus. Apresenta ainda sete questões (com gabarito), e muitas ilustrações, a maior parte delas em cores.
Capítulo 05LIÇÃO 5: CAPACIDADE DE TROCA DE CÁTIONS
- O que é capacidade de troca de cátions (CTC) e qual sua importância para o estudo dos solos?
A CTC é uma das mais importantes reações físico-químicas que ocorrem entre os sólidos ativos e a água do solo. A capacidade dos sólidos ativos do solo em trocar cátions é um dos principais fenômenos responsáveis pela manutenção da vida dos vegetais. Neste capítulo, a CTC é explicada, passo a passo, em oito itens : 7.1- Como acontecem as trocas de cátions no solo?; 7.2- Como quantificar a CTC de uma amostra de solo?; 5.3-Fatores que determinam a maior ou a menor retenção dos cátions nos coloides; 5.4- Um exemplo de troca de cátions; 5.5- Quantificando as trocas iônicas; 5.6- Fatores que afetam a CTC do solo; 5.7- Capacidade de troca de ânions (CTA); 5.8- Perspectivas. Apresenta ainda sete questões (com gabarito), e muitas ilustrações, a maior parte delas em cores.
Capítulo 06LIÇÃO 6 : FÍSICA DO SOLO I: GRANULOMETRIA, DENSIDADE, CONSISTÊNCIA E AR DO SOLO
-Que aspectos da Física dos solos se referem mais ao tamanho e ao arranjo de suas partículas?
São aqueles relacionados à textura, estrutura, densidade e porosidade do solo. Este capítulo aborda métodos de determinação da textura (tamanho e quantidade das partículas unitárias do solo), arranjo das partículas unitárias em agregados (estrutura), relação entre as massas e os volumes (densidade), quantidade de poros (porosidade); resistência do solo a manipulações (ou estresses mecânicos) em vários estágios de umidade (coesão, adesão) e também algo sobre a composição, e dinâmica do ar que circula nos poros do solo. Os itens são: 6.1-Tamanho de partículas e sua distribuição; 6.2- Estrutura e seus agregados; 6.3- Densidade (do solo e de partículas) e porosidade; 6.4- Consistência; 6.5- Ar do solo. Apresenta ainda cinco questões (com gabarito), e muitas ilustrações, a maior parte delas em cores.
Capítulo 07LIÇÃO 7: FÍSICA DO SOLO II: RETENÇÃO E MOVIMENTAÇÃO DA ÁGUA E TEMPERATURA
-Como o solo recebe, retém e distribui a água da chuva que cai em sua superfície?
A água que o solo recebe pode permanecer armazenada nele por algum tempo e ficar disponível para plantas e outros organismos; porém se sua quantidade exceder àquela do volume total de seus poros, ela irá deslocar-se para alimentar as águas subterrâneas que depois emergirão nas nascentes que alimentam os rios e oceanos. Neste capítulo explicamos, em linguagem acessível, como a água pode ser retida e como ela se movimenta no solo em termos de potenciais totais da água no solo (matricial, osmótico, pressão e gravitacional) e suas aplicações para finalidades práticas, como irrigação de cultivos. Além disso, abordamos tópicos relacionados à temperatura do solo e sua influência, p. ex.: na germinação de sementes. Os itens são: 7.1- Estrutura e propriedades da água; 7.2- Diferenças entre moléculas de água retidas por coesão e adesão; 7.3- Capacidade de campo; 7.4- Ponto de murcha permanente (PMP); 7.5- Água disponível (AD) e capacidade de água disponível (CAD); 7.6- Como medir a quantidade de água contida no solo ?; 7.7- Movimentos da água no solo ; 7.8- Permeabilidade do solo em fluxo saturado e não saturado; 7.9- Relações solo-água planta; 7.10-Temperatura do solo. Apresenta ainda nove questões, seguidas das respectivas respostas (com gabarito), e muitas ilustrações, a maior parte delas em cores.
Capítulo 08LIÇÃO 8: QUÍMICA DA FASE LÍQUIDA DO SOLO
-Qual das três fases do solo tem maior impacto na formação e manutenção dos organismos que nele habitam?
Os solos são constituídos de três fases: sólida, líquida e gasosa. A fase líquida - por vezes referida como água do solo - é uma solução na qual estão muito diluídas várias substâncias que, no passado, condicionaram a gênese de vários tipos de minerais secundários e, no presente, as formas de vida que suporta. Tudo isso é bem explicado nos seguintes itens deste Capítulo: 8.1- As reações biogeoquímicas da fase líquida do solo; 8.2- O que é uma solução química?; 8.3– Movimento dos íons: da fase sólida para a fase líquida; 8.4- Principais ânions: cloretos, sulfatos, bicarbonatos e nitratos; 8.5-Principais cátions: cálcio, magnésio, potássio, sódio e alumínio; 8.6.- Ácido silícico, compostos orgânicos e gases da solução do solo; 8.7- Solução do solo e pedogênese; 8.8- Influência das concentrações de oxigênio, cátions e sílica na formação das argilas; 8.9- Como retirar amostras da solução do solo?; 8.8- Influência da concentração de oxigênio, cátions e sílica na formação das argilas. Apresenta ainda nove questões (com gabarito), e muitas ilustrações, a maior parte delas em cores.
Capítulo 09LIÇÃO 9: MORFOLOGIA: ORGANIZAÇÃO DO SOLO COMO CORPO NATURAL
- O que significa morfologia do solo?
A morfologia é definida como o estudo de todas as partes visíveis, tanto externas (superfície) como internas (perfil do solo). Corresponde à anatomia, no caso das ciências biológicas, ou à arquitetura, no caso das engenharias. Muitos dos atributos dos solos, de suma importância para aplicações práticas na agronomia ou nas engenharias, podem ser estimados com o auxílio da visão ou do tato. Para descrever a morfologia do solo existe uma nomenclatura padronizada que é apresentada neste capítulo, nos seguintes itens: 9.1- Paisagem, corpos de solo e perfis de solos; 9.2- Como descrever um solo?; 9.3- Principais feições morfológicas (cor, textura,estrutura, consistência, etc.); 9.4- Denominação dos horizontes. Apresenta ainda onze questões (com gabarito), e muitas ilustrações, a maior parte delas em cores.
Capítulo 10LIÇÃO 10: ACIDEZ E ALCALINIDADE
- Por que e para que estudar a acidez e a alcalinidade dos solos?
O grau de acidez ou de alcalinidade do solo - representado pelo seu pH - é uma importante variável que afeta muitas propriedades físicas e químicas do solo. A acidificação é um processo natural na formação de muitos solos e sua expressão máxima é encontrada em regiões tropicais úmidas; já a alcalinidade, está presente em solos de climas áridos ou semiáridos. Outros fenômenos relacionados acidez e alcalinidade dos solos são tratados neste capítulo, nos seguintes itens: 10.1- O que significa pH?; 10.2- Por que existem solos ácidos e alcalinos?; 10.3- Os diferentes tipos de acidez; 10.4- Efeito do topo de cátion básico sobre o pH; 10.5- Poder tampão dos solos; 10.6- Importância da acidez do solo no crescimento das plantas; 10.7- Ajuste do pH em solos agrícolas; 10.8- Como calcular a quantidade de calcário necessária para neutralizar os níveis elevados de acidez?; 10.9-Alcalinidade e salinidade. Apresenta ainda oito questões (com gabarito), e muitas ilustrações, a maior parte delas em cores.
Capítulo 11LIÇÃO 11: BIOLOGIA DO SOLO: ORGANISMOS VIVOS E MATÉRIA ORGÂNICA
- Qual a importância dos organismos do solo na formação da matéria orgânica do solo?
A fração orgânica do solo contém tanto organismos vivos como mortos, além de seus produtos de decomposição (incluindo restos vegetais) que formam o húmus. A biota do solo forma uma rede alimentar da qual podem ser liberados nutrientes e energia que afetam muitos processos da formação do solo. Tudo isso, e muito mais, é apresentado nos seguintes itens: 11.1-Tipos de organismos; 11.2- Macroanimais mais comuns no solo: artrópodes e vermes; 11.3- Microfauna (nematóides, protozoários e rotídeos); 11.4- Microflora (algas, bactérias, fungos e actinomicetos); 11.5- Fatores que condicionam o tipo e a quantidade de micro-organismos do solo; 11.6- Efeitos dos organismos no solo; 11.7- Matéria orgânica ; 11.8- Relações carbono/nitrogênio. Apresenta ainda nove questões (com gabarito), e muitas ilustrações, a maior parte delas em cores.
Capítulo 12LIÇÃO 12: ANÁLISE DA FRAÇÃO SÓLIDA DO SOLO
- Qual a importância da análise, em laboratórios, da fração sólida dos solos?
Das três frações do solo (líquida, sólida e gasosa), a sólida - constituída de argilas, silte, areia e matéria orgânica - é a mais fácil de ser amostrada e analisada, por isso, é tradicionalmente a mais usada tanto para estudos pedológicos (análise de amostras de todos os horizontes do solo) como para recomendações de adubações (amostras compostas da camada arável dos solos agrícolas). Neste capítulo é explicado, de forma simples e resumida, como são feitas- e como seus resultados podem ser interpretadas - as análises de solo; tanto para fins de recomendação de adubações como para fins pedológicos. Esses tópicos são simples e magnificamente apresentados nos seguintes itens: 12.1- Fertilidade versus produtividade dos solos; 12.2-Tecnologias que devem ser conhecidas para se conhecer os solos; 12.3- Análises física e química para fins pedológicos; 12.4- Análise de solos para fins de recomendação de adubações; 12.5- Perspectivas. Apresentamos, ainda, dez questões (com gabarito), e muitas ilustrações, a maior parte delas em cores.
Capítulo 13LIÇÃO 13: PROCESSOS E FATORES DE FORMAÇÃO DO SOLO
- Por que estudar os processos e fatores de formação do solo?
As terras que dão forma a uma paisagem são compostas de um conjunto de diferentes tipos de solos. Se nossa intenção for explorar, modificar, preservar, mapear ou simplesmente compreender a constituição dessas terras só poderemos ser bem-sucedidos se conhecermos como seus solos se formaram. É a partir do conhecimento dos processos e fatores da formação do solo que os conceitos acerca dos padrões de distribuição espacial dos solos podem ser deduzidos e representados nos mapas de solos. Neste Capítulo esse assunto é tratado nos seguintes itens e subitens: 13.1- Voltando no tempo; 13.2- Principais processos de formação do solo; 13.2.1- Adições; 13.2.2- Transformações; 13.2.3- Remoções; 13.2.4- Translocações; 13.3- Fatores de formação dos solos; 13.3.1- Clima; 13.3.2- Organismos; 13.3.3- Material de origem; 13.3.4- Relevo; 13.3.5- Tempo; 13.4- Retrospectiva . Apresenta ainda dez questões (com gabarito), e muitas ilustrações, a maior parte delas em cores.
Capítulo 14LIÇÃO 14: CLASSIFICAÇÃO DOS SOLOS
- Por que é importante classificar os solos?
O homem tem uma necessidade premente de nomear e classificar os seres e as coisas do mundo. Fazendo isso, ele consegue não apenas conhecer esse mundo, como também compreender seu complexo funcionamento. O agricultor, por exemplo, costuma dar nomes populares às plantas e aos solos que cultiva (p. ex.: nomeia arroz e alface, e, depois, agrupa em cereais e legumes), enquanto o biólogo usa nomes científicos (Oriza sativa e Lactuca sativa, que depois agrupa em suas famílias, ordens etc.). Neste capítulo é feita uma analogia entre as classificações feitas por biólogos e por pedólogos, ressaltando que, na pedologia, ainda não existe um sistema taxonômico universal adotado por todos os países. Assim, este capítulo descreve os sistemas mais conhecidos e usados, seguindo os itens: 14.1- Classificações técnicas e naturais; 14.2- Atributos diferenciais dos solo; 14.3- Primeiros sistemas naturais de classificação; 14.4-Sistemas modernos de classificação - horizontes diagnósticos; 14.5- Classificação norte-americana; 14.6- Classificação da FAO/UNESCO. 14.7-Outros sistemas de classificação de solos. Apresenta ainda dez questões (com gabarito), e muitas ilustrações, a maior parte delas em cores.
Capítulo 15LIÇÃO 15: O SISTEMA BRASILEIRO DE CLASSIFICAÇÃO DE SOLOS (SiBCS)
- Por que o Brasil elaborou um sistema nacional e único de classificação de solos?
O SiBCS foi elaborado, paulatinamente, para atender à necessidade de se dar “nomes científicos” à variedade de solos encontrados no imenso território brasileiro e representados em mapas. Esses solos começaram a ser mapeados, em caráter exploratório, na década de 1950. Sua primeira versão foi publicada em 1999, na qual adotaram-se nomes que já tinham sido usados anteriormente em mapas, em razão de serem mais facilmente reconhecíveis e aceitos. Neste capítulo descreve-se brevemente a trajetória evolutiva do SiBCS e faz-se um resumo das principais características de suas 13 Ordens (Latossolos, Argissolos, Nitossolos, etc.). A apresentação segue os seguintes itens: 15.1- Estrutura hierárquica do SiBCS; 15.2- As seis categorias do SIBCS (com subitens que descrevem os atributos dos horizontes diagnósticos e outros critérios, e apresentam uma chave simplificada para identificação das Ordens); 15.3- Visão geral dos solos brasileiros (com subitens descrevendo todas as 13 Ordens e suas respectivas Subordens). Apresenta ainda vinte questões (com gabarito), e muitas ilustrações (incluindo fotos em cores de perfis de solos de todas as 13 Ordens).
Capítulo 16LIÇÃO 16: LEVANTAMENTO DE SOLOS
- Qual a importância dos mapas de solo face ao atual acelerado ritmo de crescimento da população da Terra?
A população humana - hoje estimada em 7,3 bilhões - deverá aumentar para 10 bilhões em 2.100. Isso fará a demanda por alimentos, fibras e combustíveis crescer também em questão de bilhões. Contudo, o recurso-solo para prover estes bens é limitado e encontra-se ameaçado devido à sua crescente degradação causada pela erosão e pela urbanização. Como saber qual a melhor forma de usar os poucos solos mais aptos mais aptos para agricultura sem degradá-los? Para responder, é necessário conhecer os solos muito bem. E temos que conhecer não somente como um determinado solo é, ou porque ele é "daquele jeito”, mas também saber ONDE ele está localizado. É nesse aspecto que os mapas de solos são úteis: qualquer projeto que envolva o uso dos solos – seja a instalação de um aterro sanitário, ou escolha e manejo de um tipo de cultivo sustentável em uma gleba de uma fazenda, será beneficiado por um prévio levantamento pedológico detalhado. Esses e outros temas são abordados neste capítulo, seguindo os seguintes itens: 16.1- Utilidade dos levantamentos pedológicos; 16.2- Definição e modo de execução de um levantamento pedológico; 16.3- Por que e como são feitos os mapas de solos?; 16.4- Quais os diferentes tipos de unidades de mapeamento; 16.5- Os relatórios dos levantamentos de solos; 16.6- Quais os tipos de levantamentos pedológicos; 16.7- Mapas utilitários e interpretativos; 16.8-Avanços recentes nos levantamentos de solos. Apresenta ainda sete questões (com gabarito), e muitas ilustrações, a maior parte delas em cores.
Capítulo 17LIÇÃO 17: SOLOS DO BRASIL
- Por que os solos brasileiros são tão diferentes?
As várias regiões do Brasil têm características naturais muito diversas decorrentes de um grande número de combinações de fatores climáticos, geomorfológicos, biológicos e geológicos; por isso seus solos também variam. Neste capítulo, são apresentados descrições e mapas de solos de todos os chamados “Complexos regionais”: Amazônia, Nordeste e Centro Sul (este último subdividido nas regiões Sudeste, Centro Oeste e Centro Sul). Além dos mapas de solos de cada região e sub-região, são dadas explicações sobre o uso do solo, incluindo interpretações sobre como solos podem explicar a formação de vegetações contrastantes como a Floresta Amazônica e os Cerrados. Os itens apresentados são: 17.1- Solos da Amazônia; 17.2- Solos do Nordeste; 17.3- Solos da região Centro Oeste; 17.4- Solos da região Sudeste; Solos da região Sul; 17.6- Panorama dos solos do Brasil em relação à agricultura. Apresenta ainda sete questões (com gabarito), e muitas ilustrações, a maior parte delas em cores, incluído perfis de solos de todas as regiões brasileiras e suas respectivas paisagens.
Capítulo 18LIÇÃO 18: SOLOS E CLIMAS DO MUNDO
-Por que é importante conhecer os principais domínios dos climas e solos de todo o nosso Planeta?
Porque, quando os padrões pedológicos são superpostos aos climáticos em mapas mundi, seus delineamentos coincidem muito em razão do clima ser a força maior que condiciona a formação dos solos. Essas relações entre clima-solo e vegetação em domínios de áreas continentais têm sido objeto de muitos estudos e quase sempre levam a outro padrão que é o da distribuição global das civilizações humanas: apesar de os humanos terem liberdade para migrar de uma região para outra, bem como conhecimento e poder para alterar alguns padrões – principalmente de vegetação que cresce em diferentes solos, eles não podem ir além de certos limites naturais que, na maior parte dos casos, são controlados pelo solo. Este capítulo faz uma descrição dos solos, segundo oito regiões climáticas globais, desde a polar boreal até a que engloba os trópicos. Os solos são apresentados em mapas generalizados dos da FAO/UNESCO. Os seguintes itens são apresentados: 18.1- Solos dos trópicos e subtrópicos úmidos; 18.2- Solos dos trópicos com longa estação seca; 18.3- Solos dos climas mediterrâneos; 18.4- Solos das regiões montanhosas; 18.5- Solos das zonas áridas; 18.6- Solos das zonas temperadas; 18.7- Solos da zona fria; 18.8- Solos das zonas boreais e polares; 18.9- Panorama geral dos recursos dos solos do mundo para a agricultura. Apresenta ainda dez questões (com gabarito), e muitas ilustrações, a maior parte delas em cores, incluindo perfis de solos de várias regiões do mundo e suas respectivas paisagens.
Capítulo 19LIÇÃO 19 – DEGRADAÇÃO E CONSERVAÇÃO DOS SOLOS
-Por que conservar o solo que é usado pelo homem?
Para sobreviver, a humanidade depende de ar, água e solos de boa qualidade. Contudo, nem sempre o homem tem usado esses bens com o cuidado necessário para preservá-los. O solo é um deles.O depauperamento do recurso solo, por causa do uso indevido na agricultura e em outras atividades; as causas da degradação dos solos e os meios mais adequados para evitá-la são tratados neste Capítulo da seguinte forma: 19.1- A conservação dos solos; 19.2- Causas do depauperamento dos solos; 19.2.1- Lixiviação e acidificação; 19.2.2- Excesso de sais ou salinização; 19.2.3- Desertificação; 19.2.4- Poluição do solo; 19.2.5- Degradação física interna; 19.3- Erosão dos solos; 19.4- Os métodos de conservação do solo; 19.5- Capacidade de uso e planejamento conservacionista de terras; 19.5- Retrospectiva e perspectivas. Apresenta ainda 14 questões (com gabarito), e muitas ilustrações - a maior parte delas em cores – do uso de práticas de conservação e de paisagens com solos erodidos.

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