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Geoinformação em Urbanismo

Geoinformação em Urbanismo traz 15 contribuições sobre o tema, agrupadas em cinco vertentes: a representação territorial; a gestão de problemas e políticas sociais; a construção da base de dados geoinformáticos; o gerenciamento de desastres naturais; modelos e modelagens urbanas e regionais.
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As questões urbanas atuais e aquelas associadas ao planejamento urbano e territorial têm encontrado poderosas ferramentas na Geoinformação, para análises e projeções futuras. Análises e cenários materializam subsídios cada vez mais confiáveis para a tomada de decisão pelos planejadores, que pode ser enriquecida pela interação com os cidadãos, facilitada pela franca comunicação on-line.

Geoinformação em Urbanismo traz 15 contribuições sobre o tema, agrupadas em cinco vertentes:
- a representação territorial;
- a gestão de problemas e políticas sociais;
- a construção da base de dados geoinformáticos;
- o gerenciamento de desastres naturais;
- modelos e modelagens urbanas e regionais.

A obra destina-se a profissionais envolvidos com Planejamento e Urbanismo, bem como Sensoriamento Remoto, Sistemas de Informações Geográficas e Modelagem Computacional.

Obterão grande benefício dessa obra, órgãos públicos com o objetivo de formular políticas sociais, planos diretores e diretrizes ambientais, entre outros.

Estudantes de Urbanismo, Geografia, Engenharia Ambiental e Geoprocessamento encontrarão aqui excelente material de referência.

Especificação

SumárioSumário
DegustaçãoDegustação
OrganizadorCláudia Maria de Almeida, Gilberto Câmara, Antonio Miguel Vieira Monteiro
Páginas368
Sub-TítuloCidade Real X Cidade Virtual
ISBN978-85-86238-55-0
eISBN978-85-7975-067-0
Publicação2007
Formato16 x 23 cm
EncadernaçãoBrochura
Edição1

Especificação de Capítulos

Capítulo 08Este capítulo trata da classificação de cobertura do solo urbano a partir de uma imagem QuickBird utilizando a abordagem conhecida como "análise de imagem orientada a objeto", ou, como é mais recentemente denominada, "análise de imagem baseada em objeto" (em inglês, object-based image analysis - OBIA). O capítulo revela passo-a-passo as etapas envolvidas nesse procedimento de classificação, como o pré-processamento da imagem, a definição das classes a serem identificadas e suas respectivas chaves de interpretação, a elaboração do modelo de conhecimento (expresso por uma rede semântica hierárquica), a segmentação multirresolução, a análise exploratória dos atributos para classificação e a definição de suas funções fuzzy. Por fim, o capítulo avalia a qualidade da classificação, expressa tanto pelo grau de instabilidade da classificação quanto por métricas de concordância extraídas a partir da matriz de confusão, também chamada de matriz de erro. O Capítulo 8 consiste em um roteiro didático para aqueles que anseiam explorar o universo da classificação de imagens de sensoriamento remoto baseada em objeto.
Capítulo 10Este capítulo busca apresentar os aspectos que envolvem o uso e a escolha de ferramentas de simulação energética de edificações com o objetivo de avaliar o desempenho energético de edificações novas e existentes. Neste processo, fatores como complexidade da ferramenta, custo de implantação, qualificação do operador e qualidade de resultados são enfocados visando a escolha correta da ferramenta a ser utilizada. Alguns mitos relacionados a resultados obtidos em simulações energéticas são analisados e diversas aplicações de ferramentas de simulação são apresentadas bem como uma discussão sobre as tendências futuras destas ferramentas é apresentada.
Capítulo 12A simulação em ambiente computacional de fenômenos da esfera urbana, sejam eles mudanças de uso do solo urbano, expansão urbana, processos de alocação de atividades e residentes no espaço urbano, crescimento de zonas comerciais, densificação populacional, deslocamentos intraurbanos, entre outros, despertaram o interesse da comunidade científica e acadêmica desde o surgimento dos computadores pessoais (personal computers - PCs) no final da década de 1950. No entanto, a formalização conceitual, isto é, a concepção de modelos teóricos, acerca da estruturação física e de mudanças do uso do solo no espaço urbano e regional é bem anterior a isto e remonta ao final do século XIX e primórdios do século XX. O Capítulo 12 realiza uma perspectiva histórica de modelos teóricos e computacionais destinados a estudar questões de dinâmicas urbanas e regionais, revelando que muitas das ideias seminais nesse âmbito, surgidas em séculos passados, sobreviveram a décadas de avanço neste ramo do conhecimento e se mostram ainda atuais, sendo encontradas em modelos de simulação urbano-regionais contemporâneos.
Capítulo 14Modelos empíricos destinados a simular e prever mudanças de uso do solo urbano são geralmente baseados na utilização de técnicas estatísticas para calcular as probabilidades de mudanças do uso do solo. Em oposição a esses métodos, redes neurais artificiais (RNA) surgem como uma alternativa para a determinação de tais probabilidades por meio de abordagens não-paramétricas. Este capítulo apresenta um experimento de simulação de mudanças do uso do solo urbano, no qual uma rede neural que se utiliza do algoritmo de retro propagação foi empregada para a parametrização do modelo de simulação. As probabilidades espaciais de transição do uso do solo urbano estimadas a partir daí alimentam um modelo de autômatos celulares, baseado em regras de transição estocásticas. O modelo foi testado em uma cidade de médio-porte, Piracicaba, localizada no meio-oeste paulista. Uma série de simulações foi produzida para a cidade estudo de caso, no período de 1985 a 1999, e testes de validação estatística foram então conduzidos sobre os melhores resultados, com base em um procedimento de ajuste por múltiplas resoluções. Os resultados demonstram o potencial de RNA para a simulação de modelos de dinâmicas urbanas.

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