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Edifício ambiental

O livro aborda o desempenho, a qualidade e o impacto ambiental das edificações, explorando tópicos como ventilação natural, tecnologias de climatização e seleção de materiais; os impactos no clima das cidades provocado pelo ambiente construído e pelo adensamento urbano; ferramentas e métodos de simulação do desempenho ambiental; projetos e tecnologias aplicados em edifícios existentes; habitações sustentáveis para populações de baixa renda e o sistema de certificação ambiental de edifícios.
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Mais do que um livro de arquitetura: um novo conceito em edificações. Essa é a descrição de Edifício ambiental com contribuições de 42 arquitetos, engenheiros e pesquisadores, esta obra convida o leitor a pensar criticamente sobre questões como desempenho, qualidade e impacto ambiental.

Dividido em cinco partes, o livro aborda conceitos de qualidade e tecnologias construtivas, discute o ambiente urbano e os processos de projeto, traz análise de edifícios existentes e aprofunda reflexões sobre os desafios ambientais e as forças de mercado.

São cerca de 600 páginas repletas de imagens, desenhos e esquemas que permitem um estudo aprofundado de edificações como o Velódromo das Olimpíadas de Londres, o edifício de escritórios One Airport Square, na República de Gana, ou o Commerzbank, na Alemanha – ícones da arquitetura mundial – e de outros projetos inovadores que contaram, em diversos casos, com a participação direta dos autores da obra.

Especificação

SumárioSumário
DegustaçãoDegustação
OrganizadorJoana Carla Soares Gonçalves, Klaus Bode
Páginas592
ISBN978-85-7975-130-1
eISBN978-97-8857-975-5
Publicação2015
Formato21 x 28 cm
EncadernaçãoBrochura
Edição1

Especificação de Capítulos

Capítulo 02Capítulo 2: Ventilação Natural em Edifícios de Escritórios: Mito ou Realidade?

Mais do que uma mudança de paradigma arquitetônico e tecnológico, a introdução da ventilação natural em edifícios comerciais requer uma mudança radical da noção de conforto ambiental. O entendimento do desempenho térmico de edifícios naturalmente ventilados vem aumento significativamente desde os anos 90, com apoio de simulações computacionais, que auxiliam na visualização do fenômeno físico e no aperfeiçoamento técnico do projeto. Vale reforçar a ideia de que o aproveitamento da ventilação natural implica em uma mudança radical dos padrões de projeto, Para tanto, a “fórmula” econômica do edifício convencional tem que ser reformulada. Nesse sentido, o pavimento tipo ganha dimensões mais estreitas, fachadas se tornam mais complexas e mais protegidas do sol, espaços internos são replanejados para a inserção de espaços de transição, dentre outras possibilidades do projeto.
Capítulo 05Capítulo 5: Seleção de materiais e edifícios de alto desempenho ambiental

A busca por edificações de alto desempenho ambiental do ponto de vista de seleção de materiais, componentes e sistemas construtivos passa pela implementação de pelo menos dois elementos principais: estratégias para projeto e protocolos para estimativa do desempenho na etapa de projeto e avaliação de edifícios construídos. Técnicas objetivas como a avaliação de ciclo de vida (ACV) e indicadores ambientais quantitativos assumem um papel fundamental neste sentido.
Este capítulo discute as seguintes questões:
• Destacar o foco crescente dirigido a materiais de construção com considerações ao desempenho em sustentabilidade no ciclo de vida de empreendimentos;
• Sintetizar as principais técnicas para avaliação de desempenho ambiental de materiais, componentes e sistemas construtivos;
• Propor um conjunto de indicadores para, com base em ACV, descrever a ecoeficiência material no ciclo de vida de edificações e embasar o monitoramento de projetos e edificações no Brasil;
• Explorar resultados de estudos de casos nacionais, e posicioná-los em relação a dados internacionais para referência;
• Sugerir uma estratégia para incorporação dos conceitos apresentados na prática cotidiana de projeto.
Capítulo 07Capítulo 7: Edifícios Altos e Forma Urbana

A discussão sobre o desempenho ambiental de edifícios ganha uma complexidade maior, e absolutamente necessária, quando inserida no contexto ambiental das cidades. Isso porque as condições microclimáticas do ambiente construído são determinantes para o desempenho ambiental e energético dos edifícios. Focando no impacto da forma urbana nas condições microclimáticas do ambiente construído, é importante ressaltar que as áreas de canyon (definido pelo paralelismo de edifícios) resultam em espaços abertos cujas condições ambientais são influenciadas pelas proporções da forma urbana e fachadas dos edifícios, muitas vezes anulando os efeitos da orientação a partir de uma determinada altura. O adensamento do ambiente construído pela proximidade e altura dos edifícios não é necessariamente um fator comprometedor do desempenho e da qualidade.
Capítulo 09Capítulo 9: Projeto integrado e o papel da simulação computacional de desempenho ambiental (exemplos de projeto)

A crescente influência de questões de desempenho ambiental - incluindo conforto e energia no projeto arquitetônico de edifícios - observada desde os 90 tem sido acompanhada pelo uso de simulações computacionais, tanto como ferramenta central de avaliação do desempenho da arquitetura propriamente dita, como da integração entre arquitetura e engenharia de sistemas prediais, em especial dentre as equipes europeias de projeto. O cumprimento de exigências de regulamentações energéticas, assim como o interesse em processos de certificação verde do tipo voluntaria, ambos crescentes ao redor do mundo, a avaliação de projetos por meio de programas de simulação computacional, se tornou uma etapa obrigatória no processo de projeto de edifícios associados com algum tipo de regulamentação energética ou ambiental. Os projetos aqui apresentados são o Velódromo das Olimpíadas de Londres de 2012; o edifício da escola de economia de Toulouse, TSE, e o edifício de escritórios One Airport Square, em Acraa, na República de Gana.
Capítulo 11Capítulo 11: Avaliação de Desempenho, Simulação Computacional e o Projeto Arquitetônico

A cobrança crescente pela quantificação do consumo de energia em edifícios ao redor do mundo fez das simulações computacionais de desempenho energético e ambiental uma parte essencial do processo de projeto. Variáveis do desempenho térmico e luminoso de edifícios podem ser quantificadas e visualizadas por meio de simulações computacionais, incluindo temperatura, umidade, movimento do ar, insolação, sombreamento e níveis de iluminação. Porem, os benefícios das simulações computacionais para a avaliação do projeto arquitetônico vão além do cálculo de cargas térmicas ou temperaturas extremas. Estudos paramétricos constituem a etapa inicial de avaliação do desempenho ambiental do projeto de arquitetura. Nessa etapa do processo, o impacto de cada variável do projeto é verificado isoladamente. Complementando as análises comparativas entre o impacto de diferentes estratégias, análises sensitivas de desempenho mostram a relação entre variações na especificação de uma determinada variável e os consequentes ganhos na eficiência da estratégia.
Capítulo 14Capítulo 14: Edifícios em Uso: O Desempenho Ambiental de Ícones de uma Geração

Em resposta as pressões globais por uma maior eficiência energética e melhor qualidade ambiental dos edifícios, combinadas as vantagens mercadológicas da imagem do edifício “verde”, principalmente daquele do setor comercial, a ultima década do século 20 marcou o inicio de uma nova geração de edifícios, aclamados como de melhor desempenho ambiental. Soluções arquitetônicas diferenciadas e criativas, combinadas a novas possibilidades tecnológicas, podem ser identificadas em casos particulares. A revisão critica do desempenho ambiental de edifícios em uso, guardam uma posição central no processo de aprendizado sobre o real potencial de determinadas soluções de projeto, englobando o comportamento do usuário e suas preferencias de espaço e ambiente, e o aprimoramento de questões técnicas. A realidade de uma geração recente de edifícios de diferentes tamanhos, formas, contextos climáticos e funções revelam que a eficácia de projetos simples do ponto de vista tecnológico, porém resilientes às variações do clima externo e que convidativas a intervenção do usuário na busca pelo seu conforto ambiental.
Capítulo 16Capítulo 16: A Reabilitação de Edifícios

Um estudo realizado por Vattenfall (2007) estima que 53% do estoque residencial mundial disponível em 2030 virão de novos edifícios, enquanto os 47% restantes referem-se a edifícios existentes. Estima-se que a vida útil da estrutura de um edifício alto, de grande porte, seja igual ou maior há 40 anos (podendo chegar a mais de 60 anos), sendo o equivalente para a envoltória (SABBATINI, 2007). Como regra geral, os usos finais da energia estão atrelados aos vários sistemas prediais, incluindo o sistema de iluminação artificial, sistemas de climatização, equipamentos (eletrodomésticos, no caso dos edifícios residenciais) e bombas e elevadores (para os edifícios altos). Assim, justifica-se a importância da redução do impacto ambiental da chamada “energia operacional”, através de estratégias para a redução de demanda (quando pertinente) e a eficiência energética. Inicialmente, o impacto ambiental da reabilitação será quase sempre menor do que o do edifício novo, pelo fato de que todos os materiais carregam energia incorporada, e a sua reposição traz novas emissões de carbono.

Palavras-chaves: edifícios existentes, requalificação, energia incorporada, impacto ambiental
Capítulo 18Capítulo 18: O Desempenho Ambiental e a Requalificação de Edifícios Altos no Centro de São Paulo: com foco na Habitação de Interesse Social

Em grandes cidades de economias emergentes, como São Paulo, a requalificação e a reocupação de edifícios existentes, localizados em bairros centrais, tem um papel fundamental para as politicas habitacionais, com ganhos socioeconômicos e ambientais associados às vantagens do adensamento populacional, como aqueles resultantes da redução dos deslocamentos urbanos. Uma grande parte dos edifícios altos residenciais construídos para a população de renda média e baixa nos bairros centrais da cidade de São Paulo, entre as décadas de 30 e 60, adotou a tipologia da unidade residencial do kitnet, em média, com uma área típica de 28 metros quadrados. De uma forma geral, resultados de avaliações de térmica e iluminação natural, sustentam a hipótese do potencial ambiental da conversão de edifícios de forma retangular, orginalmente de uso residencial, em edifícios de escritórios, para as condições climáticas e de céu típico de São Paulo.
Capítulo 20Capítulo 20: Habitações mais sustentáveis para populações de baixa renda: fundamentos e propostas desenvolvidas pelo Núcleo Orientado para a Inovação da Edificação (Norie)

No Capítulo 20 do livro Edifício Ambiental, o seu autor compartilha algumas preocupações sobre os impactos causados à natureza e, particularmente, ao ser humano, que estão associados à transformação do ambiente natural no assim denominado ambiente construído. Adicionalmente, são apresentadas algumas iniciativas para minorar tais impactos, que consideram a inclusão de princípios de sustentabilidade no processo de produção de assentamentos humanos, em suas diversas escalas. O autor ainda destaca a importância que os diversos atores que integram a cadeia produtiva da construção civil podem desempenhar na construção de um planeta mais sustentável, ao invés de continuarem a constituir o setor de atividades humanas que mais impacta o ambiente, ameaçando de forma significativa e inquestionável a sobrevivência da espécie humana no planeta. O capítulo apresenta algumas das estratégias de projeto sendo empregadas dentro do Programa de Pós Graduação em Engenharia Civil da UFRGS, particularmente em sua área de Construção, em práticas de ensino que tem resultado na materialização de diversos projetos.
Capítulo 21Capitulo 21: A Certificação Ambiental de Edifícios

O grande paradoxo da maioria dos sistemas de certificação é a ênfase nos sistemas prediais e carga de tecnologia na operação de edifícios, que de certa forma promove na dissociação dos usuários com o controle das suas próprias condições ambientais, em outras palavras, um princípio contrário ao da adaptação climática. A indisponibilidade de dados de consumo de energia estimados em simulação e submetidos aos sistemas de certificação, assim como aqueles medidos durante o uso e ocupação de edifícios constitui uma grande barreira o entendimento da real contribuição dessas certificações em diferentes contextos. Segundo a Agência Internacional de Energia (International Energy Agency) (2008): “A eficiência energética dos edifícios deveria estar visível para o mercado para dar uma chance real aos proprietários dos edifícios. Isto poderia ser feito seja pela certificação, pelas etiquetas ou outras formas de declaração de consumo energético”.
Capítulo 22Capítulo 22: Brasil, Plano Nacional de Eficiência Energética, etiquetagem e o selo Casa Azul da Caixa

O capítulo 22 do livro Edifício ambiental intitulado de "Brasil, Plano nacional de Eficiência energética, Etiquetagem e Selo Azul da Caixa" apresenta o panorama da Eficiência energética no país através do histórico sobre Leis, planos, normas e regulamentos. Em seguida são detalhados os requisitos para obtenção da Etiqueta PBE Edifica através do Programa Brasileiro de Etiquetagem em Edificações e Selo Azul da Caixa Econômica Federal.

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