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A arquitetura cúmplice - Impresso

Desde os primórdios de nossa disciplina, a teoria e a prática dos arquitetos sempre esteve em constante tensão, como se o pensar e fazer arquitetura correspondesse a dois âmbitos divididos e opostos.
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Desde os primórdios de nossa disciplina, a teoria e a prática dos arquitetos sempre esteve em constante tensão, como se o pensar e fazer arquitetura correspondesse a dois âmbitos divididos e opostos.

Com respeito à teoria da arquitetura, seu valor também mudou ao longo das diferentes épocas.

Por exemplo, em 1924 o historiador e crítico austríaco Emil Kaufmann negou totalmente a influência da teoria da arquitetura sobre a própria arquitetura. Mas, por outro lado, quem poderia negar a incontestável influência que teve o tratado de Andrea Palladio sobre a arquitetura, posterior à sua época? Ou a influência das teorias urbanas de Le Corbusier com respeito à concepção da cidade moderna?

Provavelmente a ideia de separar a prática para refletir sobre assuntos gerais, carregou, quase sempre, o termo ‘teoria’ de conotações negativas.

Em alguns casos a teoria aparece desvalorizada devido à sua característica de discurso abstrato, incompreensível, inútil, classificando-a também como simples divagações daqueles que não se dedicam à prática da matéria. Teorizam os desocupados, rivalizando-se com aqueles que “fazem”.

Ainda assim, não se pode negar atualmente que muitos arquitetos reconhecidos pelo valor de seus projetos, estão interessados particularmente, em estabelecer fortes vínculos entre a prática e a reflexão teórica para produzir uma arquitetura que é cúmplice das ideias culturais de contemporaneidade.

Toda a atividade acadêmica relacionada com esta disciplina, proporcionará atualmente a formação de profissionais ‘completos’, à maneira daqueles solicitados por Vitruvio na antiguidade.

Convencidos desta ideia, nosso objetivo básico ao organizar a cátedra referente à Teoria da Arquitetura em 2003, foi o de sugerir e propiciar uma reflexão aberta com respeito à estas questões.

Criar um espaço à margem da contingência do fazer, onde se pode pensar sobre o próprio conceito da arquitetura e nos seus processos de planejamento para sua concretização. A linha de argumento se refere ao caráter fragmentário da teoria da arquitetura atual, e faz menção principalmente, à contaminação dos conhecimentos de outras disciplinas que a mesma apresenta. A questão tem sido o tema central dos cursos acadêmicos desenvolvidos nos últimos anos. Avanços parciais de nossa pesquisa foram apresentados e publicados em diversos congressos e jornadas, realizadas em diferentes âmbitos. Deste modo, este livro se origina do trabalho conjunto dos autores, no marco desta cátedra. Algumas perguntas têm hoje respostas provisórias e constituem o material deste livro. Tentamos aqui, de maneira sintética, perceber nossas ideias, as quais uma vez formuladas, foram se consolidando e se enriquecendo com as discussões surgidas no exercício do magistério.

Especificação

AutorCarlos G. Giménez, Marta Mirás, Julio Valentino
SumárioSumário
Páginas160
Sub-Títuloteorias da arquitetura na contemporaneidade
ISBN978-85-99897-13-3
Publicação2013
Formato23 x 17 cm
EncadernaçãoBrochura
Edição1

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