PROFESSORES E ESTUDANTES TEM BENEFÍCIOS NO NOSSO SITE.

SAIBA MAIS

lg_oficina_textos_branco

  • MEUS PEDIDOS
Buscar no site

João Batista Vilanova Artigas - Impresso

Miguel Antonio Buzzar apresenta neste livro um panorama detalhado do Modernismo no Brasil, ao mesmo tempo em que o articula com os caminhos da produção de João Batista Vilanova Artigas (1915-1985), normalmente associada ao movimento arquitetônico conhecido como Escola Paulista. Com o estudo, o autor empreende uma tentativa de preencher as lacunas existentes na historiografia sobre a obra do arquiteto e sobre a arquitetura brasileira em geral.

Ver descrição completa

João Batista Vilanova Artigas - Impresso

Editora:
9785393051869
Impresso
Por: R$ 69,00
à vista
ComprarVendedor Oficina de Textos

Por: R$ 69,00

Preço a vista: R$ 69,00

Comprar

descrição completa

Miguel Antonio Buzzar apresenta neste livro um panorama detalhado do Modernismo no Brasil, ao mesmo tempo em que o articula com os caminhos da produção de João Batista Vilanova Artigas (1915-1985), normalmente associada ao movimento arquitetônico conhecido como Escola Paulista. Com o estudo, o autor empreende uma tentativa de preencher as lacunas existentes na historiografia sobre a obra do arquiteto e sobre a arquitetura brasileira em geral.

Buzzar adota o conceito de trama desenvolvido por Paul Veyne, em que os eventos estão repletos de leituras e com itinerários precisos, para criar imagens da historiografia da arquitetura brasileira, inserindo nesse princípio a obra de Artigas.

Ao adotar essa proposição, ele interpreta Artigas como um caso específico da genealogia: ideologicamente o arquiteto fez parte constitutiva da própria trama, à medida que procurou criar e a trama pretendeu confirmar uma expressão arquitetônica nacional própria. Já em termos formais ou da forma arquitetônica elaborada e sua densidade cultural Artigas questionava a constituição da trama. Para Buzzar, Artigas não “obedeceu” às linhas e, em termos genéricos, as características arquitetônicas da vertente moldada como hegemônica, transferindo para a edificação e sua construção o que problematizava na modernização do país e estimulando um conflito em termos culturais.

As ideias de Artigas, mostra esta obra, procuravam relatar a história comum e também guardavam autonomia, o que denotava dupla inscrição – enquanto integravam também questionavam. Com isso, a produção do arquiteto, sempre reconhecida inclusive como formadora de uma vertente da arquitetura brasileira, não deixa de surgir, na historiografia, como um não declarado “desvio”, o que adquiriu uma dimensão de desconforto. Tudo em Artigas seria visto como excessivo, de acordo com Buzzar, mas as simplificações não explicariam porquê sua produção e seu pensamento, antes de serem esmaecidos, continuaram, e ainda continuam, a gerar significados para além da trama.

Especificação

AutorMiguel Antonio Buzzar
Páginas455
Publicação2014
Formato15,5 x 22,5 cm
EncadernaçãoBrochura
Edição1